Falando
com Deus novamente!
- Meu Deus !
- Quando que vou me sentir uma pessoa idosa,
na minha cabeça parece que não amadureci.
- Eu ainda penso com um Principe encantado, que um dia vai chegar e bater em minha porta, ou vai me mandar um bilhete, eu digo assim porque não me lembro, se lá pelos anos de 1955, ou 56, se tinha Email e computador, só lembro de Datilografia ( escrever à máquina) aprendi e usufrui quando trabalhei no meu primeiro emprego, era um escritório de corretor, na rua Quinze de Novembro, mas eu não era corretora, e sim auxiliar do escritório, lembro-me bem do patrão, ele devia ser descendente de alemão, austríaco, mas não consigo me lembrar o seu nome..
Bem voltemos para a minha juventude, sempre
muito alegre, bonitona, mas era nova e minha família achava que era cedo para
namorar!
Vamos seguindo a vida, mesmo com broncas eu namorava, como é bom namorar porque não me deixam namorar sossegada, amigos vocês não sabem como era difícil namorar, também eu era única mulher, só tinha irmãos, e primos..era uma luta, sentava no cinema sempre tinha primos por perto, eles, acho que nem assistiam os filmes direito.
Quando
voltávamos do cinema, íamos para a praça, cada um ficava com seus amigos, essa
hora seria
21,30, ás 21,55 meu irmão fazia sinal, que era hora de ir para casa.
Descíamos de mãos dadas na Avenida Tiradentes, parávamos na ponte, e meu irmão passava e dizia boa noite ao Pedro, ele respondia, meu irmão entrava em casa, na Igreja Matriz os sinos tocam 22,00 hs, meu irmão sai na porta, outro assobio, ( como quem diz, tá na hora! ) e eu me recolho, quando entro recebo broncas, nunca apanhei mas das broncas, eu vivia cansada.
Até que em um intervavo de separação,
apareceu um outro rapaz na cidade.
Se
apresenta, sendo novo na cidade, de onde veio, seu nome, e solteiro, demos
risada.
Disse também, que eu não precisava falar,
porque ele já sabia tudo de mim.
Bem vocês souberam mais um pouquinho da minha
vida, mas não começamos namorar,
demorou
um pouco para acontecer, no livro “Diário de Uma Vida” está tudo explicadinho!
Continuo na minha juventude, um pouco mais
dos 15 anos, pode por bem mais nisso..
...hahahaha,
vamos rir um pouco, dizem que fáz bem para o fígado!
Um dia um Anjo passou voando, e junto o tempo
voou, com desentendimentos, perde-se
um pouco
à saúde, é como se tivéssemos uma amnésia, foi tão rápido que não percebemos
que o
tempo havia passado.
Aos meus setenta e nove anos ainda morávamos em
Indaiatuba, mas o Jair estava muito
doente e
veio à falecer.
A
Jimena queria que eu viesse morar com ela em Campinas, eu andava deprimida e
andei
consultando alguns médicos, e para minha surpresa Três médicos me disseram para
eu não
perguntar o porque, mas o meu Biofísico estáva atrasado vinte anos.
Comemorei meus Oitenta anos, já morando em Campinas
isto é, comemorando 60 anos,
não é para
ser feliz?
Sabem eu sou feliz, vivo encrencada, não dou
bola, se morrer morreu, paciência...agora
mesmo,
estou á espera que melhore o covid-19, para fazer uma cirurgia no ombro
direito,
no
esquerdo eu já fiz faz nove meses, pensa que eu ligo, quando deu uma melhora,
foi
marcada a
nova cirurgia, mas subiu a minha pressão, agora abaixou mas tenho que esperar!
É amigos a vida não é como a gente quer, é
como Deus o quer, temos que aceitar de
bom
agrado, e nunca deixar de agradecer, graças à ele temos tudo, casa, comida,
coberta,
família,
Santos de devoção, Espírito Santo, e,
” Deus “
Seguimos
a religião que gostamos, agora é só ajudarmos a quem necessitar!
Gratidão
Gratidão Gratidâo
Jacyra Moreschi Franco
Campínas 16 /06
/2021
Maravilha tia jacira
ResponderExcluirBeijo
Oi Rosana!
ResponderExcluirMaravilha, Maravilha é você que me acompanha desde do primeiro texto no blogger,
sempre muito atenciosa, carinhosa, saiba que te prezo muito, muito mesmo!
Gratidão, Gratidao!
Beijos, fica com Deus!
Então começou a namorar Jair com 15 anos? Foi pra toda a vida. Lindo isso. Que bom se sentir sempre jovem. Acho que é a fé e aceitação de tudo o que vem pra nós, seja bom ou ruim. Afinal, tudo passa, até uva passa! Beijo, prima.
ResponderExcluirKátia Moreschi